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“Procuramos o tratamento de neurofeedback para o R. depois de um diagnóstico de TDAH e recomendações ao uso de ritalina e outros remédios para o cérebro.
Não concordávamos em dar remédios para uma criança tão pequena, na época o R. tinha apenas 6 anos. Além disso ele não apresentava qualquer dificuldade escolar, pelo contrário aprendeu a ler aos 5 anos, e sempre foi um dos melhores alunos, o que nos deixava em dúvida quanto ao diagnóstico.
Por outro lado, apesar da facilidade cognitiva, ele sempre foi muito “agitado” na escola, não conseguia ficar sentado por muito tempo, rolava no chão da sala de aula, saia sem pedir para professora, batia nos colegas quando provocado, subia nos muros, pia do banheiro, roía as unhas das mãos e pés chegando a se machucar, tudo isso prejudicava muito sua socialização e autoestima. Mudamos R. para uma escola menor e mais criativa, iniciamos psicoterapia, mas não tínhamos grande avanços.
Então, iniciamos uma série de pesquisas sobre métodos alternativos à medicação e após muitas pesquisas escolhemos o neurofeedback.
De imediato após um diagnóstico fundamentado na análise cerebral do meu filho, descobrimos que ele não era TDAH e que o uso da ritalina teria piorado seu problema. Iniciamos o tratamento em setembro 2014.
Após dois meses de tratamento já conseguimos ver algum resultado e em conversa com a escola a sua mudança era visível.
Atualmente estamos finalizando a último mês de tratamento e R. está muito bem, ainda é muito criativo, elétrico e inteligente. Eliminou a agressividade e a impulsividade exagerada.
Posso dizer que não existem milagres, a prática de psicoterapia, mais neurofeedback, exercícios físicos e forte atuação da escola e família, trouxeram resultados satisfatórios que continuamos acompanhando de perto.”

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