Elisabete, mãe do L . de 9 anos.


Sou a Elisabete, mãe do L . de 9 anos.
Em 2018, aos 7 anos e meio meu filho foi diagnosticado como TDAH (transtorno de déficit de atenção) TOD (transtorno opositor desafiador) e DPAC (distúrbio do processamento auditivo).
Fiquei atordoada sem saber o que fazer, pois o que eu lia era que não tinha cura.
Comecei a maratona com neuro, psiquiatra, psicóloga, psicopedagoga e fonoaudióloga.
Tentei a ritalina e o venvanse e meu filho teve muitos efeitos colaterais, depois um anti hipertensivo.
Foi no início de 2019 que ouvi falar do neurofeedback, um tratamento não invasivo e indolor, eu fiquei animadíssima.
Iniciamos o tratamento no Brain Healthy Institute, com a Neuropsicóloga Fernanda, em fevereiro e no segundo mês já notava diferença, e parei de medicá-lo.
Ele já se controlava mais em sala de aula, melhorou a atenção e concentração e já conseguia seguir comandos.
Sua interação com os colegas de escola melhorou, já não era tão impulsivo e reativo.
Recomendo o neurofeedback para crianças com TDAH, porque ver o meu filho recuperar a auto estima e não ser mais excluído dos grupos e festinhas fez toda a diferença para nós.

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